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ATENÇÃO: Mulher de Flávio Bolsonaro recebeu depósito em dinheiro de Queiroz dias antes de quitar parcela de imóvel, diz jornal

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Dados da quebra de sigilo bancário obtidos pelo Ministério Público indicam que um depósito feito pelo policial militar aposentado Fabrício Queiroz na conta da mulher do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) teria ajudado o casal a dar entrada na compra de uma cobertura na zona sul do Rio de Janeiro. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo nesta sexta-feira (17).

Conforme a publicação, Queiroz depositou R$ 25 mil em dinheiro vivo na conta de Fernanda Bolsonaro uma semana antes de o casal pagar R$ 110,5 mil de custos pela entrada no apartamento, em agosto de 2011. Segundo a investigação da Promotoria, no período, houve um movimento de créditos na conta de Fernanda para cobrir a despesa.

Entre os valores, há também um crédito em espécie de R$ 12 mil realizado por uma pessoa cuja identidade é mantida sob sigilo. Há ainda R$ 74,7 mil de resgate de aplicações em fundos.

Em quatro dias, a movimentação gerou um crédito adicional de R$ 111,7 mil na conta da dentista.

Preso desde o mês passado em Atibaia, no interior de São Paulo, Queiroz está atualmente em prisão domiciliar. Ele é alvo de investigação sobre “rachadinhas” no gabinete de Flávio Bolsonaro e, na quarta-feira (15), prestou seu primeiro depoimento ao Ministério Público do Rio.

Contraponto

Em nota enviada à Folha, a defesa do senador afirmou que “não há nenhuma ilegalidade nas contas de Fernanda e de Flávio Bolsonaro”:

“Todas essas questões foram esclarecidas nos autos. Os vazamentos de informação, ocorridos diariamente, causam estranhamento na defesa. O processo é sigiloso e os detalhes na imprensa só podem ter sido divulgados por quem tem acesso aos depoimentos. Por esse motivo, a defesa fará uma representação no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para a devida apuração”, afirmou a defesa de Flávio, em nota.

O advogado Paulo Catta Preta, que defende Queiroz, disse que não iria se manifestar porque a investigação corre sob sigilo.

 

GZH

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